A Grande Heresia da Atualidade

Heresias são doutrinas contrárias ao dogma da Igreja. E dogmas são pontos fundamentais e indiscutíveis de uma doutrina religiosa. Por exemplo, o mistério da Santíssima Trindade constitui um dogma da religião católica. Também a ressurreição e ascensão aos céus de Jesus Cristo. Recentemente, a Igreja incluiu entre seus dogmas a assunção de Maria, a Santíssima Virgem.

Existem dogmas oficializados pela Igreja e cuja negação e/ou desobediência caracterizam o cometimento de heresias. Não se pode pretender, contudo, que apenas os mistérios oficialmente chancelados pela Igreja constituam dogmas. O texto dos Evangelhos, por exemplo, não pode ser contestado pelo fiel católico. A ressurreição de Lázaro, a multiplicação dos pães, dos peixes e do vinho, a levitação de Cristo (caminhada sobre as águas), não constituem matéria sujeita à discussão, do contrário tudo o mais que foi registrado pelos evangelistas passaria ao nível do lendário, do mitológico.

Os dogmas chancelados pela Igreja em seus quase dois mil anos de existência, certamente têm validade, pois se ao fiel fosse dado livre arbítrio sobre aceitação ou rejeição dos princípios fundamentais do credo (profissão de fé), desmoronariam os pilares da hierarquia e disciplina, sustentáculos de toda e qualquer instituição religiosa. Os dogmas estão para a Igreja como o mínimo ético está para a sobrevivência das sociedades.

Se deliberações tomadas pelos Papas devem ser acatadas pelos fiéis católicos (mesmo levando em conta sua falibilidade, em razão de homens que são1), que se poderá dizer das deliberações oriundas de São Pedro e dos demais apóstolos, que desfrutaram da convivência direta com Cristo?

Não paira dúvida acerca de um raciocínio lógico: deliberações tomadas pelos apóstolos de Cristo, pelo fato do convívio direto com o Mestre e da presença do Espírito Santo – garantida por Jesus Cristo ao despedir-se deles quando da ascensão (“Eu vos mandarei o que meu Pai prometeu. Por isso, permanece¡ na cidade até que sejas revestido da força do alto.” Lucas, 24, 49 – “Jesus disse-lhes outra vez: ‘A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou assim também eu vos envio.’ Após essas palavras soprou sobre eles dizendo: ‘Recebei o Espírito Santo. Se perdoardes os pecados dos homens, serão perdoados.’” João, 20, 21/23) -, NÃO PODEM SER CONTESTADAS. Tais deliberações são dogmas implícitos, a salvo de quaisquer contestações futuras.

Antes da análise da grande heresia cometida pela cúpula diretiva da Igreja Católica na atualidade, convida-se o leitor à interpretação do registro do apóstolo João na passagem evangélica acima mencionada. Jesus Cristo, de viva voz, afirma: “Se perdoardes os pecados dos homens, serão perdoados.

É óbvio que a recíproca é verdadeira. Cristo deixou implícito que “Se não perdoardes os pecados dos homens, estes não serão perdoados.

Dúvidas a respeito deste raciocínio?

Certamente que não. Nenhum ñel de sã consciência há de duvidar que cada um dos apóstolos recebera a outorga de decisão sobre quais homens perdoar e quais não perdoar, segundo o livre arbítrio, a análise pessoal de quem era ou não merecedor de perdão.

Se decisões individuais dos onze apóstolos (o décimo-segundo, Judas, o Traidor, havia cometido suicídio) merecem acato dos católicos, o que dizer de uma decisão conjunta dos onze apóstolos, consubstanciada por vários bispos por eles sagrados?

Se decisões de Pedro, Paulo, João, André, Felipe, Bartolomeu, Mateus, Tomás, Santiago Maior, Simão Cananeu e Matias, tomadas individualmente, poderiam suscitar dúvidas dos cépticos, o que dizer de deliberações chanceladas com o aval de todos?

Uma decisão dessa natureza não constitui dogma implícito, muito mais consistente do que qualquer decisão unilateral de Papa posterior, sujeito a erros, submetido a pressões, dotado de uma visão parcial da realidade, influenciado por assessorias falhas ou’ tendenciosas, iludido pela boa-fé ou incitado pela soberba?

A resposta é uma só, a que se chegou facilmente após analisar o por quê da Igreja ter colocado em xeque o seu passado de lutas heróicas, de martírios, perseguições, de enfrentamento de inimigos solertes, escondidos nas brumas, mas ter triunfado sempre sobre tudo e sobre todos: os homens passam pela sua fraqueza, pusilanimidade, conchavo com o inimigo, mas a instituição sobrevive, porque seu combustível e’ a vontade de Deus.

Em 17 de agosto do ano de 57 da Era Cristã, isto é, no 24° ano após a Paixão, Morte, Ressurreição e Ascensão de Cristo, o Cenáculo da Igreja, constituído pelo Papa Pedro, pelos outros dez apóstolos acima citados, e pelos bispos Ágabo, Bamabé, Lucas, Lázaro, José de Arimatéia, Nicodemos, Gamaliel, Timóteo, Marcos, Silas e Nicolas, decidiu realizar o III Concílio de Jerusalém, o qual transcorreria entre 26 de agosto e 19 de setembro do mesmo ano.

O referido Concílio, presidido por São Pedro, dentre outras medidas, deliberou o seguinte:

Ficam sujeitos à pena de excomunhão todos os cristãos que entrarem no templo de Jerusalém e nas sinagogas, que participarem de quaisquer cultos judaicos ou qualquer outra manifestação de obra ou palavra contrária a fé cristã. (…) Declara-se a ruptura total da Igreja de Cristo com a apóstata igreja judaica ou Sinagoga de Satanás.2

Note bem o prezado leitor. Esta deliberação não estabelecia prazo de vigência. Não determinava que sua validade acabaria em determinada época; que um futuro Papa estaria autorizado a revogá-la. Não significava, por outro lado, que todos os hebreus estavam definitivamente amaldiçoados pelo Senhor Deus. O endereço da expressão de ira do Criador era especíñco: atingia tão-somente os praticantes do judaísmo, mesmo porque os apóstolos e a grande maioria dos primeiros bispos eram hebreus. Inúmeras passagens dos Evangelhos, dos Atos dos Apóstolos, das Epistolas e do Apocalipse, isto é, dos Livros Sagrados que compõem o Novo Testamento, deixam claro que todos aqueles que desejassem ingressar na Igreja, aceitando a fé cristã, seriam bem recebidos. O anátema divino, consignado pelos participantes do III Concílio de Jerusalém, equipara a “apóstata igreja judaica” à negação de Deus ao denomina-la “Sinagoga de Satanás”. Todos os hebreus que se dispusessem a renegar o credo satânico, encontrariam abertas as portas dos templos cristãos. Mas a recíproca não era verdadeira: os cristãos que entrassem nas sinagogas ficariam sujeitos à pena de excomunhão.

Qualquer pessoa arguta sabe que o exemplo, muito mais do que as palavras, é capaz de moldar a conduta humana. Em religião, na política, na vida de casema, na educação, o modo de agir dos que se encontram em posição de liderança serve de modelo para os demais.

Reportagem publicada pela imprensa intemacional, durante o mês de maio de 1995, veio semear a perplexidade entre os católicos do mundo inteiro, principalmente entre aqueles que conheciam em maior proñindidade a história da Igreja. História marcada por quase vinte séculos de ódio, extermínio de cristãos, conchavos (como por exemplo, com Nero – através da judaizante esposa Popéia, e com os mouros da Espanha católica), criação de seitas heréticas, morte de cristãos em sacrifícios rituais, falsas conversões (como por exemplo, o cardeal Perleoni – antipapa Anacleto II, os “cristãos-novos”, etc…)3

O jomal “Gazeta Mercantil” de São Paulo, em edição de 26 de maio de 1995, através de reportagem sob o título de “Uma Igreja refeita à Imagem de João Paulo II”, informava:

“João Paulo II foi o primeiro Papa moderno a visitar um país islâmico e O PRIMEIRO A ENTRAR EM UMA SINAGOGA. Suas denúncias do anti-semitismo contribuíram muito para corrigir o erro histórico da Igreja Católica Romana de equívocos nessa área”.

Este simples parágrafo causou um efeito destruidor de maior poder letal do que todo o arsenal atômico em estoque no orbe terrestre! As palavras nele contidas não matavam seres vivos, mas destruíam as convicções intemas dos católicos desta e de todas as gerações que a antecederam.

João Paulo II, ao “refazer a Igreja à sua imagem”, refutava dezenove séculos do cristianismo (e especificamente do catolicismo), afirmando que a história da Igreja fora um suceder de erros no relacionamento desta com os judeus.

João Paulo II, arvorando-se à condição de “depositário da verdade”, RENEGOU as deliberações dos apóstolos e primeiros bispos da Igreja (quase todos santificados), afirmando que o judaísmo não era merecedor do repúdio consagrado pelo Espírito Santo por ocasião do III Concílio de Jerusalém! São Pedro e os demais apóstolos, assim como os primeiros, bispos da Igreja, haviam cometido um erro, avalizado pelos mais de 300 Papas que os sucederam no comando da Igreja. Ele, “predestinado a refazer a Igreja segundo as exigências da modernidade“, não se limitou à esfera nem sempre convincente das palavras. Tratou de comunicar-se com os católicos pelo signo muito mais eficaz do exemplo. Contrariou uma tradição de dezenove séculos: visitou uma Sinagoga, demonstrando que de São Pedro a João Paulo I, a Igreja fora uma sucessão de errosl’

Fez mais este Papa “predestinado”: o III Concílio de Jerusalém estabelecera que “seriam excomungados todos os cristãos que participassem não apenas dos cultos judaicos, mas de qualquer outra manifestação de obra ou palavra contrária à fé cristã“. Contrariando essa “deliberação equivocada” dos santos contemporâneos de Jesus Cristo, estendeu as mãos a todos os tipos de seitas em favor do que se denominou “ecumenismo“!

Onze anos antes de visitar uma Sinagoga da cidade de Roma, João Paulo II em Reunião Ecumênica por ele promovida em Assis, um dos maiores santuários do catolicismo, participara de atos contrários à fé cristã, afrontando acintosamente as resoluções do III Concílio de Jerusalém.

Eis o que noticiou a imprensa a respeito:

“Na igreja de São Pedro, em Assis, João Paulo II se fez presente em cerimônia de adoração do Grão-Lama por parte de um grupo de bonzos. (…) OiGrão-Lama se sentou com as costas voltadas para o tabemáculo, onde a lamparina acesa atestava a presença de Nosso Senhor Jesus Cristo, sem que o Papa ou qualquer de seus ministros presentes se preocupasse em poupá-lo daquele ultraje!” (Jomal “Avvenire“, 28/10/1986)

“O Papa assistiu os caciques e bruxos pele-vermelha, dançando e grunhindo, preparar o ‘Khalumet’ da paz e deposita-lo sobre o altar-mor da Igreja de São Gregório.” (Jornal “La Reppublica“, 28/10/1986)

“Sua Santidade ouviu os hindus, sentados ao redor do altar da igreja de Santa Maria Maior invocar a ‘Trimurti’ e a todo panteão hinduista.” (Jornal “Il Corriere della Sera“, 28/10/1986)

“Na Igreja de Santa Maria dos Anjos, o Vigário de Cristo tomou assento entre os chefes de outras religiões, no semicírculo de poltronas, todas idênticas, a lim de que entre eles não houvesse distinção, como era costume entre os Cavaleiros da Távola Redonda, como se todos tivessem a mesma importância diante de Deus.” (Jornais “Il Tempo” e “Avvenire“, 28/10/1986)

“O Grão-Lama do Tibet se sentou à esquerda do Papa, porque o cerimonial lhe havia reservado um lugar de destaque entre os convidados de honra, visto que aquele personagem não era um simples representante de outra religião, senão que era o próprio Buda encarnado, ou seja, um ídolo vivente” (Jornal “Il Tempo” (28/10/1986)

“Giovanni Bosco, sacerdote salesiano, subsecretário do ‘Secretariado para os Não Cristãos’, explicou aos presentes, com a maior seriedade, que os budistas tinham cessado de praticar seus cantos fúnebres em louvor aos mortos, uma vez que tinham todos eles, alcançado o ‘Nirvana’. (Bem-aventurança obtida pelo indivíduo pela absorção e incorporação da essência divina.) (Jomal “Il Mattino“, 28/10/1986)

“O padre Andraos Salama desfilou descalço por respeito aos irmãos muçulmanos, enquanto estes clamavam a Alá e imploravam seu perdão.” (Jornal “Avvenire” – 28/10/1986)

“Pessoas católicas praticantes entravam nos vários lugares de oração como se fossem a uma missa, para ali receberem, devotadamente, a bênção de Alá, Buda, Visnu, caciques pele- vermelha, etc…” (Jornal “La Reppublica“, 28/10/1986)

“Milhares de católicos beijaram, respeitosamente, a mão do Grão-Lama, e receberam poções mágicas espargidas pelos feiticeiros africanos, como se fosse uma água-benta.” (Jornais “La Reppublica“, “Avvenire“, “Il Tempo” e “Il Giornale”, 28/10/1986)

“Inúmeros frades franciscanos, todos eles compungidos, aprestaram-se a receber dos bruxos pele-vermelha a benção de ‘Manitu'”. (Jomal “Il Mattino“, 28/10/1986)

“O Rabino de Roma expressou sua satisfação, porque em Assis, todas as religiões em um plano de igualdade, puderam pública e privadamente, oferecer suas orações pela paz de todos.” (Jomal “ll Tempo“, 29/10/1986)

Prezado leitor, tendo você chegado até aqui, deve submeter-se a um questionamento íntimo. Deve perquirir os meandros de seu coração e responder à pergunta que se faz urgente e necessária.

Antes que se coloque esta questão vital, é preciso levar em conta uma última consideração: a da falibilidade ou infalibilidade dos Papas.

Na história da Igreja, como já foi colocado, sucederam-se desde Pedro até a atualidade, incluindo João Paulo II, 302 Papas, dentre os quais 75 (24,8%) foram santificados. Em contrapartida, 32 (10,6%) receberam o rótulo de “anti-papas”, ou seja, de Chefes da Igreja que lhes prestaram desserviço ou se insurgiram contra os desígnios de Deus.

O fato de um ocupante do Trono de São Pedro ser santificado, incluído no rol dos antipapas, ou, simplesmente, acrescido à lista da normalidade (Nem tanto a Deus e nem tanto à Terra…) – e estes foram a grande maioria (195 = 64,6%) -, é tarefa posterior à vivência de cada Papa. São seus pósteros que examinam exaustiva e criteriosamente a conduta do falecido, com a colaboração, inclusive, do “Advogado do Diabo“, para então decidir em que lista incluí-lo.

De tal sorte, que os católicos devem obediência aos Papas coevos, mas não estão obrigados a segui-los cegamente, como se eles fossem donos absolutos da verdade, Deus dotou o homem de livre arbítrio, o que significa que cada individuo possui o dom de refletir criticamente e agir segundo os ditames de sua consciência. Se esta lhe disser que. determinada deliberação ou atitude dos ocupantes do Trono de São Pedro é incoerente com a fé, com a doutrina ou com as tradições (história da Igreja), o fiel não está obrigado a aceitá-la como verdade inconteste, como dogma irreprochável. Existem deliberações emanadas da Santa Sé que estão fundamentadas na lógica, nos pilares da fé, na doutrina e nas tradições da Igreja, e estas certamente não suscitam dúvidas, não levam os fieis a conjeturar acerca de sua validade ou nulidade.

Pode-se dizer que este consenso abona as atitudes de João Paulo II em relação aos judeus e aos credos não-cristãos?

Pode-se exigir que os católicos do mundo inteiro, seguindo o exemplo de seu Papa, passem a freqüentar sinagogas, terreiros de umbanda, mesquitas muçulmanas, ocas de pajés, mosteiros de bonzos? E que substituam a água-benta por ungüentos milagrosos, benzeduras, poções mágicas?

É tempo, antes de passar-se adiante, examinando as conseqüências do Diálogo Católico-Judaico no Brasil, colocar diante do leitor a questão fundamental aludida alguns parágrafos atrás:

Tendo você sido compelido a decidir entre uma deliberação de São Pedro, São Paulo, São João, Santo André, São Felipe, São Bartolomeu, São Mateus, São Tomás, São Santiago, São Simão, São Matias – os apóstolos de Cristo, avalizada pelos bispos Ágabo, Barnabé, Lucas, Lázaro, José de Arimatéia, Nicodemus, Gamaliel, Timóteo, Marcos, Silas e Nicolas, e também pelos 75 papas canonizados, e uma decisão pessoal extemporânea de João Paulo II, frontalmente contrária, de que lado se posiciona?

É de todos conhecido o vaticínio do bispo Anselmo, de Sunium, na Grécia, um dos mais renomados profetas da Igreja: “Ai de ti, cidade das sete colinas, no dia em que a letra “K” for louvada dentro de teus muros! Então tua queda estará próxima.

As Sagradas Escrituras, os profetas de antes e depois de Cristo e os videntes da época presente não se referem com freqüência a heresias, mas a apostasías.

A apostasia consiste em abjurar a fé, em desertar dela, em mudar a crença, em cambiar de opinião.

Talvez os atos contrários ao catolicismo, cometidos em nome da tentativa de aproximação com os judeus, enquadrem-se melhor na apostasia do que na heresia. Não importa. Trata-se aqui de um problema meramente semântico. Uma e outra destas ações constituem pecado grave – “pecado mortal”, como classifica a Igreja.

Se para um simples fiel, a heresia e/ou a apostasia acarretam a transferência da alma do infrator de Deus para Satanás, o que se poderá inferir quando estes crimes de traição à fé são cometidos por aqueles que são os guardões da doutrina, da fé, das tradições, da veneração dos grandes vultos (santos), enfim, da instituição que Jesus Cristo entregou às mãos de São Pedro?


1 De São Pedro, o primeiro Papa. até João Paulo II, passaram pelo cargo 302 ocupantes. Dentre eles, 32 (105%) foram considerados antipapas. Estes. evidentemente, tiveram suas deliberações invalidadas. (N .A.)

2 Ver Anais do III Concílio de Jerusalém. reproduzidos em “Tratado de La Misa” n° 17, obra publicada pela Igreja Católica Palmariana. p. 977.

3 Vide as obras “Complô contra a Igreja”, de Maurice PINAY; “O Cristianismo em Xeque” e/ou “O Livro Branco da Conspiração Mundial”, ambas de Sérgio Oliveira, publicadas pela Revisão – Livraria e Editora Ltda. (N.A.)

Comente

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s